Quando a tristeza tenta roubar o dia
Era cedinho quando a saudade batia no seu peito, e os seus olhos ardiam que nem fogo, alem de não se comparar as leves pontadas que o fagulhavam ao coração, era ela, arranhando o músculo frágil de seu coração acompanhado, mas solitário.
Lá está ele, matando quem o torturava hoje cedo... Lembrava ele dos abraços quentes e carinhosos, nos dias quentes ou chuvosos. Lembrava de quando aquela voz era mais tola que hoje, e os movimentos daqueles lábios eram mais inocentes. De suas curvas, e de suas novas curvas. Chorava de felicidade por dentro porque o sentimento de matar aquela passada angustia trazia um alivio desesperador em seu frágil músculo, que se habita dentre seus pulmões cheios de ar, quando ofegante, por seus pequenos segundos. Lembrava, dormia e por fim sonhava: Sonhava em vê-la nos seus braços, uma chuva dourada de tulipas amarelas caía em um tapete avermelhado de pétalas vermelhas na superfície de um gramado que cintilava as gotas de chuva, resfriando os pés sedosos de sua amada.
Uma hora haveria de se acabar, e foi o que aconteceu, seu sonho foi interrompido por ruídos. Juntamente com a necessidade de ter q partir, e levar a saudade consigo, os sonhos e os desejos mal habitados, as pequenas lembranças do quanto é bom ouvi-la dizer o quanto é bom sentir o seu cheiro. E assim o fez, partiu. Partiu com a saudade dilacerando a membrana frágil e flamejante do seu coração.
Chegaria então, a frieza, a frieza rotineira de cada tarde. A frieza que traz pequenas alegrias, grandes forças de vontade. Sorrisos incontáveis e tristezas incalculáveis. A dor da perda, a dor da pequena perda, breve... Uma perda tão insignificante quanto um toque suave em uma pele calorosa. Uma insignificância, um tanto quanto, importante. Pois tal perda o deixaria livre de seus pequenos devaneios de amor, no qual a necessidade de expor seus soltos sentimentos, inchava aos seus pulmões. O fazendo degolas saudadezinhas, de segundas a sextas.
Com o tempo tinha acabado de possuir um vinculo obrigatório com tal perda, algo que o deixava pior a cada segundo. O ambiente estava pesado, e o ar já não era mais absorvido, seus pulmões adquiriam sentido, apontavam para a saída. Algo acelerava dentre esses dois espertos consumidores de oxigênio, a vontade de encontrar sua amada aumentava, pois no momento infinito, a um único e ultimo lugar a se buscar felicidade, felicidades alegres, que clamam por abraços apertados. A felicidade o esperava, do outro lado do mundo.
Então ele fugiu da frieza, como um foragido da tristeza, caminhava até onde seus pulmões o guiavam, pois seu coração descansava. Esperando momento certo para acordar.
Os minutos se transformaram em horas, e no momento em que se aproximava da felicidade, a tristeza se desfazia lentamente como um papelão jogado na água.
Na porta da felicidade, dava pra sentir a tristeza chorando, por saber que aquela era sua hora de partir. Ele se deparou com a felicidade, no primeiro momento, observou o sorriso encantador, e o brilho nos olhos de alguém que desde então, a observa como uma necessidade vital! A felicidade o esperava com um sorriso gigante, ao som de uma linda melodia. E se aproximava com os braços abertos e devoradores, fabricando uma energia pairava sobre aquele local. Nesse momento, o dois, se torna um. Seus corações se fundiam e aceleravam a ponto de perder o juízo. Ambos se devoram, o abraço carinhoso e duradouro se prolongava com necessidades infinitas.
Enfim ele sentiu os únicos lábios, os lábios sadios de sua princesa... O sabor era tão cativante, que o desejo se tornava infinito e ainda continha capacidades de se multiplicar, seus sentimentos, desafiam as mais incríveis leis físicas e matemáticas. Porque não?
Enfim, aquele dia as coisas não estavam ao seu favor, por isso o bom estava durando menos que o suficiente. E a tristeza estava por vir, mais uma vez. O frio, e as lembranças o fizeram escorrer lágrimas contentes, sorridentes, o brilho desses sorrisos afastou a Sra. Tristeza do frágil e sadio coração doente.
Lá está ele, matando quem o torturava hoje cedo... Lembrava ele dos abraços quentes e carinhosos, nos dias quentes ou chuvosos. Lembrava de quando aquela voz era mais tola que hoje, e os movimentos daqueles lábios eram mais inocentes. De suas curvas, e de suas novas curvas. Chorava de felicidade por dentro porque o sentimento de matar aquela passada angustia trazia um alivio desesperador em seu frágil músculo, que se habita dentre seus pulmões cheios de ar, quando ofegante, por seus pequenos segundos. Lembrava, dormia e por fim sonhava: Sonhava em vê-la nos seus braços, uma chuva dourada de tulipas amarelas caía em um tapete avermelhado de pétalas vermelhas na superfície de um gramado que cintilava as gotas de chuva, resfriando os pés sedosos de sua amada.
Uma hora haveria de se acabar, e foi o que aconteceu, seu sonho foi interrompido por ruídos. Juntamente com a necessidade de ter q partir, e levar a saudade consigo, os sonhos e os desejos mal habitados, as pequenas lembranças do quanto é bom ouvi-la dizer o quanto é bom sentir o seu cheiro. E assim o fez, partiu. Partiu com a saudade dilacerando a membrana frágil e flamejante do seu coração.
Chegaria então, a frieza, a frieza rotineira de cada tarde. A frieza que traz pequenas alegrias, grandes forças de vontade. Sorrisos incontáveis e tristezas incalculáveis. A dor da perda, a dor da pequena perda, breve... Uma perda tão insignificante quanto um toque suave em uma pele calorosa. Uma insignificância, um tanto quanto, importante. Pois tal perda o deixaria livre de seus pequenos devaneios de amor, no qual a necessidade de expor seus soltos sentimentos, inchava aos seus pulmões. O fazendo degolas saudadezinhas, de segundas a sextas.
Com o tempo tinha acabado de possuir um vinculo obrigatório com tal perda, algo que o deixava pior a cada segundo. O ambiente estava pesado, e o ar já não era mais absorvido, seus pulmões adquiriam sentido, apontavam para a saída. Algo acelerava dentre esses dois espertos consumidores de oxigênio, a vontade de encontrar sua amada aumentava, pois no momento infinito, a um único e ultimo lugar a se buscar felicidade, felicidades alegres, que clamam por abraços apertados. A felicidade o esperava, do outro lado do mundo.
Então ele fugiu da frieza, como um foragido da tristeza, caminhava até onde seus pulmões o guiavam, pois seu coração descansava. Esperando momento certo para acordar.
Os minutos se transformaram em horas, e no momento em que se aproximava da felicidade, a tristeza se desfazia lentamente como um papelão jogado na água.
Na porta da felicidade, dava pra sentir a tristeza chorando, por saber que aquela era sua hora de partir. Ele se deparou com a felicidade, no primeiro momento, observou o sorriso encantador, e o brilho nos olhos de alguém que desde então, a observa como uma necessidade vital! A felicidade o esperava com um sorriso gigante, ao som de uma linda melodia. E se aproximava com os braços abertos e devoradores, fabricando uma energia pairava sobre aquele local. Nesse momento, o dois, se torna um. Seus corações se fundiam e aceleravam a ponto de perder o juízo. Ambos se devoram, o abraço carinhoso e duradouro se prolongava com necessidades infinitas.
Enfim ele sentiu os únicos lábios, os lábios sadios de sua princesa... O sabor era tão cativante, que o desejo se tornava infinito e ainda continha capacidades de se multiplicar, seus sentimentos, desafiam as mais incríveis leis físicas e matemáticas. Porque não?
Enfim, aquele dia as coisas não estavam ao seu favor, por isso o bom estava durando menos que o suficiente. E a tristeza estava por vir, mais uma vez. O frio, e as lembranças o fizeram escorrer lágrimas contentes, sorridentes, o brilho desses sorrisos afastou a Sra. Tristeza do frágil e sadio coração doente.
Quando a tristeza tenta roubar o dia
Reviewed by Joismar Braga
on
maio 31, 2013
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